sexualidade e emoções

As Alterações Sexuais no Climatério PDF Imprimir E-mail

Artigo escrito pela Dra. Ana Leatrice de Oliveira Sampaio e colaboradores, da Universidade Federal do Maranhão e publicado na Revista Reprodução e Climatério traçou o perfil da mulher climatérica atendida em um hospital universitário de São Luiz.

.


A idade média das paciente atendidas foi de 45,2 anos, e do inicio da vida sexual de 18,46 anos. O perfil preponderante das mulheres estudadas é: com parceiro(62,5%), de raça mestiça/negra(88%), menor que 4 anos de escolaridade(60%), do lar(59,5%). Do total de pacientes, 61% referiam ter atividade sexual. Dentre estas, a maioria (37,7%) tem uma frequencia de relações sexuais de 2 a 4 vezes por semana, com alteração na frequencia sexual em 70,5% do total. Houve diminuição da resposta orgástica em 54,1% das entrevistadas. Quanto ao comportamento do parceiro na vida sexual da mulher, 60,2% delas disseram discutir com o parceiro sobre tal assunto; contudo, segundo essas mulheres, 31,9% dos parceiros possuem relacionamentos extraconjugais, e 11,4% perderam interesse sexual. Ocorrem 7,4 % de violência sexual.

A pesquisa concluiu uma redução da qualidade da prática sexual das mulheres atendidas e baixa compreensão por parte dos parceiros sobre as alterações sexuais que ocorrem na vida da mulher no climatério.

 

 

Enquete

Quais temas você gostaria de ler a respeito?